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Harmonizar whisky à comida

 
 

O uísque é uma bebida que aceita bem harmonizações? Os mais velhos são mais fáceis de serem harmonizados. Os mais novos têm alto teor alcoólico, que vai sobrepujar o sabor da comida. Então, o ideal para esse tipo de composição são os rótulos de 18 anos pois permitem uma identificação fácil dos aromas e dos sabores que podem ser harmonizados com o prato e não apresentam uma sensação alcoólica tão forte. Também é interessante que a bebida seja adicionada de um pouco de água. Isso agita a composição molecular do uísque, abrindo seus aromas e sabores (bouquet).

Não é só para beber que serve o uísque: ele pode, e deve, ser usado na culinária e harmonizado com pratos. Sim, porque, segundo a jornalista Martine Nouet, não há necessidade de limitar o trago para antes ou depois da refeição. Ele também é bem-vindo durante. Alguns sabores que emergem do uísque: ervilha, arenque defumado, cavala apimentada, bacon, doce de maçã e crème brûlée. 
O haggis é um prato forte, feito a base de miúdos de carneiro e fica bom com uma dose de uísque por cima, depois de pronto a harmonização exige que se siga algumas regras simples. Por exemplo, se misturar torta de maçã e um single malt, estará perdendo sabor dos dois lados. Já um whiskey com haggis é uma combinação perfeita, segundo Nouet. Haggis? Sim, um prato escocês à base de miúdos de carneiro ao. Além de acompanhar no copo, jogue uma dose de blend colorido ou um malte jovem por cima do prato fumegante.
Um uísque aromático cai bem com pratos vigorosos, com pato, boi, alho-poró, uva passa, figo, gengibre ou canela. Single malts mais jovens, com pratos leves – que levem salmão, truta, crustáceos, manjericão, coentro, alcachofra, erva-doce e amora. Para carnes defumadas, whiskies mais maltados e adocicados. No Japão, a combinação sushi/sashimi + uísque é famosa e funciona bem quando o whisky é resfriado. As marcas japonesas, de blend frutados, single malts mentolados ou maltados, são ainda melhores. Ao animadinhos, não é indicado beber horrores durante a refeição! Nouet sugere 25 ml, diluídos ou não em água. 
Entre todos os tipos, os single malts são os que mais combinam com o fogão, ainda que whiskeys irlandeses e bourbons também possam ser usados. Segundo Martine, mais importante do que o equilíbrio de sabores é a maneira como o uísque é incorporado à receita: é preciso reter os aromas enquanto o álcool evapora. Flambar com essa bebida, por exemplo, pode ser bonito para tirar foto, mas não para o resultado final do prato. Esse método espetacular retira a maior parte dos aromas do ingrediente. Melhor que isso é pincelar filés de salmão ou carne com uma mistura de azeite e uísque antes de cozinhar, ou a superfície do bolo com a bebida logo que sair do forno e antes de colocar cobertura. Também é possível cristalizar os alimentos: logo depois de cozinhar vieiras ou lagostins, por exemplo, jogue uma mistura de uísque com limão por cima, o que impede que o suco do alimento se perca. Para marinar carnes ou frutos do mar, o ideal é deixar por, no máximo, 15 minutos. O uísque também pode ser usado como tempero final, no último minuto do cozimento.

 



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